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Notícias
  Quinta, 9 Novembro 2017

O PSD absteve-se esta manhã na votação do Orçamento Rectificativo da Câmara Municipal do Funchal, porque mesmo não concordando com “engenharia contabilística” que o executivo camarário está a fazer nas contas municipais, vai colocar sempre os interesses da população em primeiro lugar.

“Vamos ter sempre uma postura colaborativa, porque o benefício e o bem-estar dos munícipes está sempre em primeiro lugar”, explicou o vereador social-democrata Jorge Vale Fernandes, justificando a abstenção do PSD, com o facto de não poderem votar favoravelmente uma clara “manipulação” das contas municipais.

“Começamos a perceber, de uma forma muito clara, a ligeireza e a leveza com que este executivo trata os números e as receitas da autarquia. Receitas que são no fundo dos munícipes”, acrescentou Jorge Vale Fernandes, apontando as “manipulações” e “correcções” efectuadas no orçamento, que depois permitam que o executivo diga que a execução é próxima dos 100 por cento. “São práticas que numa boa gestão, transparente e leal não se proporcionariam”, vincou.

Em causa, explicou, está uma verba de cinco milhões de euros, relativa a IRS que não foram transferidas pelo Governo República em 2009. Este diferendo está em tribunal, e como tal, considera o PSD esse montante não pode ser orçamentado, ao contrário do que a autarquia vem fazendo nos últimos anos, antes de existir uma decisão judicial.

Existe, concluiu Jorge Vale Fernandes, uma clara diferença de atitude entre a actual vereação e a do PSD que governou a autarquia, numa altura de grandes constrangimentos financeiros. “Em 2009, com o PSD na Câmara do Funchal, tivemos um investimento de 30 milhões de euros e em 2010 de 18 milhões de euros”, recordou, dizendo que na altura o executivo social-democrata não apresentava desculpas aos munícipes, apresentava obra feita.