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Notícias
  Segunda, 30 Outubro 2017

Os deputados do PSD que integram a comissão especializada de Educação e Cultura visitaram na passada sexta-feira as ruínas do antigo forte de S. Filipe. No mesmo dia em que foi publicado no Diário da República a abertura de procedimento de classificação do sítio arqueológico do Pelourinho, constituído pelas ruínas do antigo forte e pela praça, como Sítio de Interesse Público.

De referir que estas ruínas, assim como o pavimento original do Largo do Pelourinho, foram colocadas a descoberto nas intervenções realizadas naquele local após o temporal de 20 de fevereiro de 2010.

Essa descoberta revelou camadas históricas que remontam aos primeiros séculos de ocupação na Região, tendo sido alvo de um acompanhamento exaustivo por parte das entidades regionais responsáveis pela área do património cultural.

Nesses intervenções, foi também recolhido um vasto espólio, constituído por milhares de fragmentos e objetos de diferentes épocas e de natureza distinta, o qual se encontra temporariamente depositado no  Arquivo regional e Biblioteca Pública da Madeira.

Em 2015, deu-se início à obra de beneficiação do Largo do Pelourinho e de conservação e restauro das ruínas do Forte de S. Filipe, integrada num projeto mais global de criação do Museu de Arqueologia da Madeira, a instalar na Fortaleza de S. Tiago,com o objetivo de criar  uma componente diferenciadora e de qualidade no panorama da oferta cultural e turística regional.

A abertura do processo de classificação como sítio arqueológico de interesse público representará, assim, segundo a deputada Rubina Leal, uma mais-valia para o projeto que está a ser implementado pelo Governo Regional, não só ao nível do Largo do Pelourinho como também do Museu de Arqueologia da Madeira, que se pretende inovador ao nível nacional. 

"Trata-se de um projeto que, por um lado, ajuda a compreender a nossa história e a perpetuá-la no futuro, e que, por outro, poderá ser um importante atrativo turístico para quem nos visita", salienta, acrescentando que este é também um bom exemplo de recuperação da memória coletiva, a qual deve ser preservada e compartilhada.