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Notícias
  Sexta, 27 Outubro 2017

Rui Santos foi reempossado esta noite como presidente da Junta de Santo António, naquele que é o seu terceiro mandato à frente dos destinos daquela freguesia, definindo como prioridade para o próximo quadriénio a execução na totalidade do programa previsto.

“Vamos continuar a apoiar os alunos, com manuais e materiais escolares, transportes escolares e bolsas de estudo para universitários. Vamos continuar a apoiar as famílias em dificuldade, pagando as contas de água, de luz, de gaz, na ajuda dos medicamentos, na requalificação das habitações e ajudas alimentares”.

Elencando outras propostas do programa, falou na melhoria nas acessibilidades, na eliminação das barreiras arquitetónicas, na manutenção da limpeza de becos e veredas.

Mas Rui Santos quer mais para a freguesia que preside. Aproveitando a presença do vice-presidente da Câmara Municipal do Funchal revindicou aquelas que considera obras estruturantes para Santo António, e que a população anseia. Destacou a requalificação do centro da freguesia, a construção de uma praça e a reabilitação da Rotunda da Ponte, essencial para o escoamento do trânsito naquela localidade que é caótico.

O presidente da Junta de Santo António lembrou o executivo camarário da importância no investimento nas acessibilidades locais, nomeadamente o alargamento do Caminho do Jamboto, a requalificação do Caminho da Ribeira Grande e do Parque Industrial para que as empresas possam desenvolver as suas atividades com normalidade e dignidade.

Rui Santos sugeriu também a criação de nichos de estacionamento para as zonas altas, para retirar os carros estacionados em ruas estreitas, o que acaba por impedir a passagem de veículos de emergência.

Tendo em conta o resultado da eleição da mesa de assembleia de freguesia que foi para um partido da oposição, Rui Santos diz ser importante criar pontes de entendimento entre as partes, porque aquilo que está em causa é o “desenvolvimento da freguesia” e o “bem-estar da população”.

Assim, deixa o aviso: “estamos abertos ao diálogo, para discutir as propostas apresentadas por todas as forças políticas, desde que as propostas sejam exequíveis e feitas em prol do bem-estar das pessoas e da freguesia”.