• 1bannerSitePSDM19jun2018.jpg
  • 35227974_10216705850468501_2142540222246682624_n.jpg
  • bannerSitePSDM23mar2018rui.jpg
  • topofaceCompromissoMadeira2018
Notícias
  Quarta, 25 Outubro 2017

A Assembleia Legislativa da Madeira cumpriu hoje um voto de silêncio pelas vítimas dos incêndios no centro e norte de Portugal Continental, na sequência da discussão dos votos de pesar apresentandos neste Parlamento, um deles da autoria do PSD.

“Tal como noutras calamidades, não poderemos deixar de louvar as atitudes de civis e de todos os meios que estiveram no terreno para salvaguardar o máximo de vidas e de bens, mas não podemos também deixar de constatar as críticas que foram, uma vez mais, dirigidas a quem tem a responsabilidade de coordenação e de alerta às populações”, refere o voto do PSD. 

Na discussão, o deputado Carlos Rodrigues lamentou os mortos e deixou "uma palavra de conforto para os feridos e familiares das vítimas desta monstruosa tragédia".

"É simultâneamente um momento de trabalhar sem hesitações e com todas as energias para que a recuperação das vidas destroçadas se faça o mais rapidamente possível, sem olhar a meios, défices e dívidas", mas "é também o momento de condenar de forma veemente e frontal os representantes do Estado, primeiros e principais responsáveis pelo absoluto falhanço a que todos assitimos".

Para Carlos Rodrigues, "este Governo da República fraquejou, falhou para com os seus cidadãos, não esteve à altura da sua função primordial, que é a garantia da segurança da população. O erro é tolerável, mas tem de ter consequências."

Contudo, segundo o deputado, "mais degradante foi a leviandade e a displicência patentes nas palavras do Primeiro-Ministro, nas palavras dos ministros e nas palavras dos secretários de Estado". A arrogância e a sobranceria com que nos presentearam revelaram que estas pessoas não estão à altura das funções que usurparam, foram arrasados pelos acontecimentos, o que mostrou a sua inépcia e inabilidade para liderarem os destinos do país."

O deputado considera, por isso, que "o único caminho decente e a derradeira homenagem às vítimas será o seu inexorável e sumário afastamento".