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Notícias
  Quinta, 28 Setembro 2017

Uma Cidade para todos e não só para alguns. Um único Funchal, e não duas cidades. Uma Cidade que trate todos por igual, e que dê oportunidades aos que mais precisam e aos mais vulneráveis. Uma Cidade que imprima dinâmica no comércio e que tenha os olhos postos no futuro.

Foi esta a mensagem que a candidata do PSD à Câmara Municipal do Funchal, Rubina Leal, deixou esta quinta-feira à noite no Madeira Tecnopolo, durante um bastante concorrido jantar-comício.

“Não há nenhuma mãe nesta sala, que não queira uma cidade para as famílias. Não há nenhum idoso nesta sala, que não queira uma cidade com mobilidade. Não há nenhum jovem nesta sala que não queira apoio para estudar”, disse Rubina Leal, lembrando que no próximo domingo a escolha é simples e está nas mãos da população: “É escolher entre um candidato escolhido pelo PS de Lisboa, um candidato que é suportado pelos partidos de esquerda, e a nossa equipa que tem provas dadas e um projeto real para a nossa Cidade”.

“Sei que a escolha está nas vossas mãos. Sei que vão escolher o melhor para o futuro da nossa cidade. E o melhor para o futuro da nossa cidade é votar no PSD no próximo dia 1 de outubro para as Eleições Autárquicas”, acrescentou a candidata social-democrata, apelando à mobilização de todos, porque todos contam.

Por isso, e perante um Madeira Tecnopolo a abarrotar, Rubina Leal falou da importância da mobilização dos militantes e simpatizantes. “Basta cada um dos que aqui estão levar dois amigos a votar no próximo domingo, e já temos as eleições ganhas”, sublinhou, dizendo que a 1 de Outubro a escolha é entre os que “não fizeram nada” nos últimos quatro anos e aqueles que têm um projeto realista para a Cidade. “Eu sei que a população do Funchal sabe escolher.”

“Que ninguém fique em casa. Cada um de vós vá com a família e amigos, porque são todos Leais ao Funchal. Porque que querem mais e melhor para a Cidade”, continuou, lembrando que é o PSD que apresenta a melhor equipa e os melhores candidatos a todos as Juntas de Freguesia.

É também Rubinal Leal que tem um projeto para a Cidade. “Ouvimos todos. Os problemas, as necessidades e temos as soluções”, vincou, destacando a prioridade na componente social onde são exemplos a devolução de 4,7 milhões de euros às famílias através do IRS, as bolsas de estudo e apoios ao transporte escolar para os estudantes e o Fundo Municipal de Solidariedade para ajudar quem realmente precisa.

“O futuro da Cidade está nas mãos da nossa população. Está no PSD”, concluiu, depois do presidente do PSD-Madeira, Miguel Albuquerque, ter frisado que chegou a hora de dizer basta aos que “desgovernaram” o Funchal nos últimos quatro anos.

“Temos um ainda presidente e uma geringonça que foram um desastre para a nossa Cidade. Mentiram. Manipularam. Não fizeram nada. E agora os funchalenses estão fartos deles. Por isso no próximo domingo, nós vamos ganhar estas eleições”, começou por dizer, insistindo: ” É tempo de pôr esta ‘confiança’ que é uma ‘aldrabança’ na rua, no próximo domingo”.

Dizendo que não é uma “sondagem martelada” que vai desmobilizar o partido – como demonstrou a afluência ao jantar-comício e às várias ações de campanha -, Albuquerque deu voz aos funchalenses. “É tempo de dizer basta a estes incompetentes. Estamos fartos da cidade desorganizada. Estamos fartos da falta de transparência. Estamos fartos do desleixo e da sujidade. Estamos fartos dos truques deles. Estamos fartos da publicidade paga. Estamos fartos da conversa fiada. O Funchal merece melhor.”

É por isso, que perante os que nada fizeram durante quatro anos, e agora andam aí, com “falinhas mansas”, a pedir confiança ao povo, Rubina Leal é a única escolha.  “Precisamos de uma equipa para pôr ordem na casa. Rubina Leal é a presidente que o Funchal precisa. Honesta, competente, íntegra, trabalhadora. Vai ganhar as eleições e devolver a dignidade à Cidade do Funchal”, afirmou o presidente social-democrata, lembrando que a campanha eleitoral só termina sexta-feira à meia-noite. “Todos temos o dever de mobilizar. As eleições ganham-se nas urnas, não em sondagens marteladas.”